Compositor e arranjador, Alessandro Penezzi toca violão, violão de 7 cordas, violão tenor, cavaquinho, bandolim e flauta.

Nascido em Piracicaba, interior de São Paulo, iniciou os estudos de violão aos 7 anos. Formado em violão erudito pela Escola de Música de Piracicaba – sob a orientação do Maestro Ernst Mahle e do professor Sérgio Belluco, que lhe apresentou o choro -, é bacharel em Música Popular pela Unicamp.

Integrou o Regional de Carlos Poyares, o Trio Quintessência e o Grupo Choro Rasgado. Em trio, atuou com Yamandú Costa e Rogério Caetano, e Sizão Machado e Alex Buck. Em duo, com o Maestro Laércio de Freitas, Alexandre Ribeiro e Nailor Proveta. Tocou com Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Zimbo Trio, Beth Carvalho, Sílvio Caldas, Billy Blanco, Alaíde Costa, D.Ivone Lara e as orquestras Jazz Sinfônica de São Paulo e Sinfônica de Londres. Participou do Violões do Brasil, projeto dedicado aos mestres do violão brasileiro e abriu o show de Wayne Shorter, na 30a edição do Spokje Jazz Festival, na Macedônia.

Tem composição publicada no livro Brasil Acústico, pela editora Alfred Music, e músicas gravadas por Beth Carvalho, Yamandú Costa e Danilo Brito.

Recebeu homenagens e indicações por sua atuação como instrumentista e compositor, e teve destaque nos prêmios Visa MPB Instrumental, Tim de Música Brasileira, Shell de Teatro e Prêmio da Música Brasileira.

Em breve, lançará seu novo disco, ao lado de Yamandú Costa.

Principais álbuns

Abismo de rosas (2001)
Convidados: Ulisses Rocha e Wagner Silva

Alessandro Penezzi (2006)
Convidados: Beth Carvalho, Yamandú Costa, Amélia Rabello, Oswaldinho da Cuíca, Arismar do Espírito Santo e Quinteto em Branco e Preto

Sentindo (2008)
Trio com Sizão Machado e Alex Buck | Indicado ao Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Solista

Cordas ao Vento (2010)
Duo com Alexandre Ribeiro

Ao vivo no Bimhuis (2012)
Duo com Alexandre Ribeiro | Gravação do show realizado em Amsterdã Dança das Cordas (2013)

Velha Amizade (20015)
Duo com Nailor Proveta

“Tudo faz com que percebamos estar diante de um gênio com seu mágico violão e suas belíssimas composições.” Aquiles Reis